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Entenda o caso

 

        No dia 27 de setembro de 2017, meu único filho, Lucas, de apenas 10 anos, foi com o Colégio Rio Branco-Campinas, onde estudava há 4 anos, a um passeio de estudo do meio na Fazenda Ibicaba, na cidade de Cordeirópolis, interior de SP.

        O passeio foi acompanhado também pela empresa de turismo Ivian Expedições Educacionais. No refeitório da fazenda foi servido, na hora do lanche, cachorro quente. Lucas engasgou com um pedaço de salsicha, não recebeu os primeiros socorros de forma rápida e adequada (manobra de Heimlich ou de desengasgo + RCP) e morreu em decorrência de asfixia por engasgamento.

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 Escolas, creches, berçários, excursões, parques, clubes, academias de ginastica, peruas escolares, buffets infantis, tanto públicos quanto particulares, têm que estar 100% preparados para garantir a segurança das crianças que estão sob sua responsabilidade. Com criança todo cuidado é pouco e a atenção tem que ser redobrada porque em um piscar de olhos se perde uma vida, como foi o caso do nosso menino.
Desde novembro de 2017, lutamos pela aprovação da chamada LEI LUCAS, cujo projeto idealizamos e apresentamos de município em município. Foram quase 450 com o projeto tramitando. 130 já implantaram a Lei. 13 estados, já implantado em São Paulo. E na esfera federal, o projeto foi aprovado por unanimidade pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal em apenas 7 meses, tempo recorde em se tratando de um projeto de lei federal. Foi sancionada pelo Presidente da República no dia 04 de outubro, último passo para vigorar em todo o Brasil! A LEI LUCAS (13.722/2018) torna indispensável que instituições de ensino básico e de recreação infantil, públicos e particulares, proporcionem a capacitação de parte de seus funcionários em prestação de primeiros socorros.
O desafio agora é divulgar ao máximo a existência da LEI para que todos possam ajudar a fiscalizar que seja efetivamente cumprida, para que possa salvar vidas!
Nada vai trazer nosso menino de volta. Mas se uma única criança puder ser salva e uma única mãe não tiver que passar pela dor que estamos passando agora, a partida do Lucas não terá sido em vão.
Ele nos deixou essa sementinha. Nossa luta está apenas começando! 
Convidamos a todos para conhecerem a nossa página VAI LUCAS, curtirem e compartilharem com seus contatos, para que se espalhe pelos 4 cantos do Brasil! 
Juntos somos mais fortes! 
Essa luta é de todos nós!

No Instagram estamos como @lucasbegallizamora

E no Twitter como @vailucaslei

Vai Lucas!

Do luto à luta!

Alessandra Begalli e Andrea Zamora Bettiati

Mamãe e titia do Lucas

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Essa tragédia nos levou a uma reflexão sobre o quanto nossas crianças estão realmente seguras nos locais que frequentam.
Nós, pais, confiamos em deixar nossos filhos em locais que se dizem preparados para recebê-los. Mas há segurança? Pessoal treinado em primeiros socorros e certificadamente capacitado para prestá-los? As crianças são supervisionadas de perto por um adulto durante todo o tempo? Qual a proporção entre adultos e crianças?
Por que no Brasil os primeiros socorros são tão subestimados se eles podem salvar a vida de uma pessoa?
Temos que nos conscientizar da importância desse tema, refletir sobre ele e buscar o aprendizado que é tão necessário! E estar atentos, fiscalizar e cobrar esse preparo dos locais onde deixamos nossas crianças. 

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